segunda-feira, 23 de maio de 2011

Homem objeto

Ela abriu a porta e lá estava ele parado. Não era muito bonito, mas isso não importava. Ela sabia que os homens bonitos geralmente são fracos na cama. Os homens costumam dizer isso das mulheres também, que as muito bonitas estão acostumadas com tudo fácil e as menos bonitas se esforçam mais. Enfim, a beleza não importava. O que importa mesmo é o tamanho do pênis e a ereção do cara. Ela não tinha paciência com homens que demoravam para ficar no ponto, daquele tipo que necessita de muito estímulo para mandar ver. Gostava mesmo era dos homens facinhos e com pau de bom tamanho. Porque miniatura ninguém merece, né? Enfim, deu uma avaliada no cara e achou que ele tinha potencial.

- Entre - Ela convidou secamente.

E assim que ele entrou ela já deu a primeira ordem:

- Tire a roupa.

Ele ficou constrangido com o tom firme e direto que ela usava e pensou em ir embora. Mas, ao mesmo tempo, também ficou excitado com a situação inusitada e resolveu obedecer. Olhou para ela e perguntou se era para tirar tudo.

- Tira tudo, anda logo! - Ela respondeu irritada.

Enquanto ele se despia, ela observava os detalhes do seu corpo com meio sorriso no rosto. Ele deu algumas olhadas furtivas para ela, mas não conseguia entender bem sua expressão. Ao mesmo tempo que ela parecia estar gostando, também havia uma certa indiferença em seu rosto. O que será que vem agora, pensou? Mas o pior foi o que não veio. Quando ele estava completmente nu, ela passou um longo tempo observando seu corpo, em silêncio e sempre com a mesma expressão. Ficou assim por uns cinco minutos, que para ele, ali em pé, completamente nu, sendo observado por aquela mulher estranha, pareceram uma eternidade. Já não sabia mais o que fazer com as mãos, nem tinha mais posição em que se sentisse à vontade.

- O que é para eu fazer agora? Perguntou.
- Cale a boca!
- Mas...
- Pscht!

Ele se calou e baixou a cabeça.

- Vá buscar uma cerveja para mim, na geladeira.
- Posso pegar uma para mim também?
- Pschhht!

Ele troxe a cerveja e se resignou. Em pé, observava ela beber e aguardava a próxima ordem, em silêncio. Percebeu que, de certa forma, era confortável apenas obedecer, pois assim não precisava pensar, nem se esforçar para adivinhar o que a agradaria, bastava seguir as ordens.

- Vem cá.

Quando ele se aproximou, ela pegou seu pau e o enfiou na boca, sem cerimônia. Ele olhava para ela enquanto ela chupava. Seu rosto era bonito e delicado e ela parecia gostar do que estava fazendo.

- Fique duro logo - Ela disse, em tom impaciente.

Ele fechou os olhos e se concentrou  na sensação. Estava bom, ela sabia o que estava fazendo: Lambia e chupava deliciosamente. Finalmente ele pode curtir um pouco a noite. Logo sua ereção estava no ponto.

- Ponha esta camisinha e deite na cama.

Deite na cama... Ele pensou. Nunca se sentira tão usado, mas estava gostando da sensação. Deitou e aproveitou para observar o corpo dela. Era um mulher bonita, tinha formas sinuosas, seu corpo era bem feminino. Não era muito nova, mas estava com tudo em cima. Ela veio e sentou-se por cima dele. Nem exigiu preliminares, estava muito molhada, a penetração foi fácil. Ela cavalgou em seu corpo e logo chegou ao orgasmo. Que mulher interessante! Ele pensou. Mas logo ela parou e disse secamente:

- Pronto, pode ir embora!
- Como assim?
- Vista-se e vá embora, não te quero mais.
- Eu não vou gozar?
- Não, já terminei.
- Ei, como assim? Vai me deixar na mão?
- Vou, já foi o suficiente para mim.
- Está pensando que eu sou o que???
- Um objeto descartável.
- Como assim? Quem você pensa que é?
- Uma rainha e você é apenas um escravo, que deve oberdecer às minhas ordens.
- Eu não sou seu escravo porra nenhuma!!! Vim aqui para me divertir, como combinamos! Lembra-se daquelas longas conversas que tivemos no messenger? Você me prometeu uma noite quente!
- Você já teve mais do que merecia, até fiz um boquete... Seu frouxo! Agora ponha-se daqui pra fora! Rua! Saia daqui que eu não aguento mais olhar para essa sua cara de babaca!
- Babaca é você, sua arrogante! Eu não saio daqui sem gozar!

E dizendo isso pegou-a pela cabeça a e enfiou o pênis em sua boca.

- Chupa sua vadia! E chupa direito senão te dou uma porrada!

E foi movimentando a cabeça no ritmo que mais lhe agradava. Logo seu pau já estava duro novamente, ele a jogou na cama, de quatro, e meteu sem dó.

- Toma sua cadela, agora você vai ver o que é bom!

Ela gritava loucamente e quanto mais ela gritava, mais ele se excitava e logo gozou forte, como há muito tempo não gozava. Ele caiu então na cama e enquanto ainda estava semi-consciente, ela alisou seu rosto e lhe deu um beijo terno.

- Você foi perfeito, meu querido, fez tudo o que eu queria! Precisamos repetir mais vezes....

terça-feira, 1 de março de 2011

O abduzido

Ele chegou correndo, abriu a porta com força, parecia exausto e assustado. Estava ofegante e gritou em um único fôlego:

- Querida, finalmente eles me libertaram!

Ela veio da cozinha, para ver o que estava acontecendo. Ele já estava jogado no sofá, todo suado e respirando com dificuldade.

- O que houve? - Ela perguntou calmamente.

- Fui abduzido - Ele disse baixinho, como quem conta um segredo - Mas não se preocupe, agora já está tudo bem.

- Ah, é? Como foi isso?

- Eram ETs, de um planeta desconhecido.

- O que eles vieram fazer na Terra?

- Vieram capturar seres humanos para suas pesquisas. Eles me pegaram quando eu estava vindo para casa. Era uma nave enorme, eles me puxaram com um raio e me levaram para dentro da nave. De lá fomos para esse outro planeta. Eu não sei quanto tempo demorou, perdi a noção do tempo. Quanto tempo estive fora?

- Só algumas horas. Eu nem fiquei preocupada...

- Você não poderia imaginar o que estava acontecendo!

- E esse cheiro de cerveja?

- Eles me deram um copo e me obrigaram a tomar. Era um líquido parecido com cerveja, mas um pouco diferente. Não estava bem gelada...

- Ah, que coisa estranha. Capturar um ser humano para obrigá-lo a beber cerveja. Qual seria o objetivo disso?

- Eles queriam conhecer os hábitos e desejos dos homens da Terra. Mas a cerveja tinha algum componente estranho, tipo um soro da verdade.

- E para que lhe deram soro da verdade?

- Ah, eles queriam saber quais seriam os verdadeiros desejos de um homem da Terra. Após beber a cerveja, apareceu um carro à minha frente. Era uma Ferrari vermelha, linda!

- Nossa, como eles tinham uma Ferrari lá?

- Ah, isso eu não sei, mas eu gostei de entrar no carro. Eu podia ligar o motor, acelerar e mover a direção, mas o carro não saia do lugar.

- E você ficou com medo?

- Nessa hora até que não, eu estava me divertindo!

- Ah é? E depois, acabou a diversão?

-Depois começou a ficar angustiante. Começaram a sair cintos de segurança de todos os lados: Primeiro um cinto comum, que desceu e fechou automaticamente. Depois veio outro, de baixo para cima que subiu até o pescoço e prendeu dos dois lados da minha cabeça. Aí veio um por trás, que ia se enrolando em meu corpo e me deixou completamente imobilizado. Então eu fiquei totalmente amarrado e só conseguia mover a cabeça.

- Imagino que isso tenha sido bem angustiante.

- Sim, bastante. Eu comecei a gritar e logo veio uma mulher. Ela tinha um tom bem autoritário. Disse para eu calar a boca e obedecer às suas ordens senão seria punido.

- Uma mulher? Como ela era?

- Era bonita. Claro que não tanto quanto você, querida! Mas era bem bonita sim. Tinha uns vinte e cinco anos, loira, com uns peitões bem empinados e uma bundona redonda. Usava uma roupa de couro bem agarrada e decotada, tipo a mulher-gato do Batman.

- Hum... E o que mais ela fez?

- Disse que eu estava agindo como um idiota ali dentro daquele carro. Quando eu retruquei ela me deu um tapa na boca e logo em seguida um beijo. Eu juro que não podia fazer nada para evitar! Então ela perguntou se eu queria mais alguma coisa, com um sorriso cínico.

- E o que você respondeu?

- Eu pedi mais uma cerveja. Aí ela deu uma abaixadinha e eu vi os peitões como que saltando para fora da roupa. Eram mesmo muito grandes.... Mas eu juro que olhei sem querer! Depois ela virou de costas e saiu rebolando. A roupa era muito colada, dava para ver a marca da calcinha, minúscula...

- Sei.

- Foi só isso, ela ia e vinha trazendo as cervejas, abaixava para me dar a cerveja na boca, eu via os peitões... Às vezes ela derramava cerveja nos peitões e me obrigava a lamber... Eu tinha que obedecer, estava imobilizado, totalmente à mercê dela.


- E você estava sozinho lá?

- Não, tinha outros caras também... E tinha também um telão passando jogo de futebol. O Corinthians ganhou...

- Seu palhaço, sua imaginação fica mesmo muito fértil quando você bebe! Por que não disse logo que estava no boteco da esquina assistindo ao jogo do Corinthians?