Ela abriu a porta e lá estava ele parado. Não era muito bonito, mas isso não importava. Ela sabia que os homens bonitos geralmente são fracos na cama. Os homens costumam dizer isso das mulheres também, que as muito bonitas estão acostumadas com tudo fácil e as menos bonitas se esforçam mais. Enfim, a beleza não importava. O que importa mesmo é o tamanho do pênis e a ereção do cara. Ela não tinha paciência com homens que demoravam para ficar no ponto, daquele tipo que necessita de muito estímulo para mandar ver. Gostava mesmo era dos homens facinhos e com pau de bom tamanho. Porque miniatura ninguém merece, né? Enfim, deu uma avaliada no cara e achou que ele tinha potencial.
- Entre - Ela convidou secamente.
E assim que ele entrou ela já deu a primeira ordem:
- Tire a roupa.
Ele ficou constrangido com o tom firme e direto que ela usava e pensou em ir embora. Mas, ao mesmo tempo, também ficou excitado com a situação inusitada e resolveu obedecer. Olhou para ela e perguntou se era para tirar tudo.
- Tira tudo, anda logo! - Ela respondeu irritada.
Enquanto ele se despia, ela observava os detalhes do seu corpo com meio sorriso no rosto. Ele deu algumas olhadas furtivas para ela, mas não conseguia entender bem sua expressão. Ao mesmo tempo que ela parecia estar gostando, também havia uma certa indiferença em seu rosto. O que será que vem agora, pensou? Mas o pior foi o que não veio. Quando ele estava completmente nu, ela passou um longo tempo observando seu corpo, em silêncio e sempre com a mesma expressão. Ficou assim por uns cinco minutos, que para ele, ali em pé, completamente nu, sendo observado por aquela mulher estranha, pareceram uma eternidade. Já não sabia mais o que fazer com as mãos, nem tinha mais posição em que se sentisse à vontade.
- O que é para eu fazer agora? Perguntou.
- Cale a boca!
- Mas...
- Pscht!
Ele se calou e baixou a cabeça.
- Vá buscar uma cerveja para mim, na geladeira.
- Posso pegar uma para mim também?
- Pschhht!
Ele troxe a cerveja e se resignou. Em pé, observava ela beber e aguardava a próxima ordem, em silêncio. Percebeu que, de certa forma, era confortável apenas obedecer, pois assim não precisava pensar, nem se esforçar para adivinhar o que a agradaria, bastava seguir as ordens.
- Vem cá.
Quando ele se aproximou, ela pegou seu pau e o enfiou na boca, sem cerimônia. Ele olhava para ela enquanto ela chupava. Seu rosto era bonito e delicado e ela parecia gostar do que estava fazendo.
- Fique duro logo - Ela disse, em tom impaciente.
Ele fechou os olhos e se concentrou na sensação. Estava bom, ela sabia o que estava fazendo: Lambia e chupava deliciosamente. Finalmente ele pode curtir um pouco a noite. Logo sua ereção estava no ponto.
- Ponha esta camisinha e deite na cama.
Deite na cama... Ele pensou. Nunca se sentira tão usado, mas estava gostando da sensação. Deitou e aproveitou para observar o corpo dela. Era um mulher bonita, tinha formas sinuosas, seu corpo era bem feminino. Não era muito nova, mas estava com tudo em cima. Ela veio e sentou-se por cima dele. Nem exigiu preliminares, estava muito molhada, a penetração foi fácil. Ela cavalgou em seu corpo e logo chegou ao orgasmo. Que mulher interessante! Ele pensou. Mas logo ela parou e disse secamente:
- Pronto, pode ir embora!
- Como assim?
- Vista-se e vá embora, não te quero mais.
- Eu não vou gozar?
- Não, já terminei.
- Ei, como assim? Vai me deixar na mão?
- Vou, já foi o suficiente para mim.
- Está pensando que eu sou o que???
- Um objeto descartável.
- Como assim? Quem você pensa que é?
- Uma rainha e você é apenas um escravo, que deve oberdecer às minhas ordens.
- Eu não sou seu escravo porra nenhuma!!! Vim aqui para me divertir, como combinamos! Lembra-se daquelas longas conversas que tivemos no messenger? Você me prometeu uma noite quente!
- Você já teve mais do que merecia, até fiz um boquete... Seu frouxo! Agora ponha-se daqui pra fora! Rua! Saia daqui que eu não aguento mais olhar para essa sua cara de babaca!
- Babaca é você, sua arrogante! Eu não saio daqui sem gozar!
E dizendo isso pegou-a pela cabeça a e enfiou o pênis em sua boca.
- Chupa sua vadia! E chupa direito senão te dou uma porrada!
E foi movimentando a cabeça no ritmo que mais lhe agradava. Logo seu pau já estava duro novamente, ele a jogou na cama, de quatro, e meteu sem dó.
- Toma sua cadela, agora você vai ver o que é bom!
Ela gritava loucamente e quanto mais ela gritava, mais ele se excitava e logo gozou forte, como há muito tempo não gozava. Ele caiu então na cama e enquanto ainda estava semi-consciente, ela alisou seu rosto e lhe deu um beijo terno.
- Você foi perfeito, meu querido, fez tudo o que eu queria! Precisamos repetir mais vezes....
segunda-feira, 23 de maio de 2011
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